terça-feira, 8 de junho de 2010

Batalhão Tobias de Aguiar

O quartel do Batalhão Tobias de Aguiar foi construído em 1891, foi projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo, tendo inspiração na arquitetura militar Francesa. No subsolo do quartel há vários túneis ligados aos quartéis vizinhos e a estação ferroviária. O material para a construção do quartel veio de várias partes do mundo e hoje o prédio é tombado pelo patrimônio histórico.

"Nós, Policiais Militares, estamos compromissados com a Defesa da Vida, da Integridade Física e da Dignidade da Pessoa Humana."



Fonte: http://www.pontosbr.com/detalhes.php?cod=521

Fonte: http://www.polmil.sp.gov.br/unidades/1bpchq/

Centro Paula de Souza do Governo de São Paulo

A criação da instituição aconteceu em 1963, quando surgiu a necessidade de formação profissional para acompanhar a expansão industrial paulista.


Em 6 de outubro de 1969 iniciou suas atividades com a idéia de um Centro Estadual voltado para a Educação Tecnológica,que ganhou consistência quando Roberto Costa de Abreu Sodré assumiu o governo do Estado de São Paulo.E no mesmo ano o governador assinou o Decreto-Lei que criou a entidade autárquica destinada a articular, realizar e desenvolver a educação tecnológica nos graus de ensino Médio e Superior.

O Centro Paula de Souza administra 186 Escolas Técnicas (Etecs) e 49 Faculdades de Tecnologia (Fatecs) estaduais, distribuídas em 148 municípios paulistas.

Fonte: http://www.centropaulasouza.sp.gov.br/quem-somos/perfil-historico/

Colégio Santa Inês

No início do século 20 a educação de meninos e meninas era feita em separado. Na cidade de São Paulo, os padres Salesianos já atendiam aos meninos, no Liceu Coração de Jesus. No Bairro do Bom Retiro não havia ninguém oferecendo educação formal para meninas. Assim, como as irmãs Salesianas já estavam atuando em Guaratinguetá desde 1892, era oportuno que elas viessem para São Paulo. No dia 21 de janeiro de 1907

as primeiras irmãs chegaram ao Bom Retiro, data em que a Igreja Católica celebra a festa de Santa Inês, jovem mártir romana e como a obra iria se dedicar especialmente às jovens, nenhum nome era mais indicado do que Inês.

Hoje o Colégio de Santa Inês oferece educação do Maternal ao Ensino Médio e anualmente integra novos cidadãos na sociedade civil e acadêmica.

Fonte: http://www.colegiodesantaines.com.br/valores.htm

Oficina Cultural Oswaldo de Andrade

A Oficina Cultural Oswald de Andrade foi a primeira a ser criada pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, começou a funcionar em 1986, com o nome de Oficinas Culturais Três Rios no bairro do Bom Retiro.

A Oficina Cultural Oswald de Andrade trabalha com a formação de recursos humanos para a cultura, oferecendo atividades como: artes plásticas, ação e administração cultural, cinema, dança, designe, fotografia, história em quadrinhos, literatura, música, rádio, teatro, vídeo, entre outras.

Transformou-se em um espaço de aprimoramento de jovens artistas e profissionais da área, voltando-se para a experimentação, a pesquisa e apoio ao desenvolvimento de propostas e projetos culturais que permitem a reflexão do fazer artístico.

Fonte: http://www.amigosdolivro.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=4589

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Arte no Parque da Luz

Mais antigo Jardim Público da cidade, este parque tem especial significado para a história de São Paulo. Data de 1798/99 a idéia de estabelecer o "Jardim Botânico da Luz", sua inauguração, porém, só aconteceu em 1825 e era o único local de divertimento e descanso da população. Sua utilização como "Jardim Botânico" logo foi abandonada e, em 1838, tornou-se simplesmente um "Jardim Público". Data de 1875 a solução definitiva para o abastecimento de água do parque, que vinha passando por modificações desde 1868. Nessa ocasião o Jardim já encontrava-se totalmente cultivado e arborizado e foram implantadas também as 4 estátuas, representando as estações do ano, e as 2 referentes à mitologia – Vênus e Adonis – vindas do Rio de Janeiro.

Muito importante também foi a nomeação, no início do século, de Antonio Etzel como administrador do Jardim da Luz, pois foi ele quem introduziu um novo traçado para o Jardim, como ruas circulares arborizadas, grandes gramados ao estilo inglês e bosques, bem como construiu a nova residência (1901), o Coreto (1902), o quiosque (1903), formou um "mini-viveiro" onde cultivava plantas e flores que eram transplantadas para os canteiros dos jardins e um "mini-zoológico", com capivaras, veados e aves exóticas, entre outros.
Etzel administrou o parque até 1930 e, a partir desse ano, com a retirada dos muros e gradis e dos animais que compunham o zoológico, o Jardim da Luz entrou em processo de deterioração, tornando-se, cada vez mais, simples local de passagem. Em 1972 o Jardim recebe novo tratamento de limpeza e recuperação e é novamente cercado com grades e portões, passando para a administração do DEPAVE e recebendo a denominação de "Parque da Luz".





Fonte: http://www.sampa.art.br/parques/jardim_daluz.php

Pinacoteca

A Pinacoteca do Estado de São Paulo é o museu de arte mais antigo da cidade e certamente um dos mais importantes do país. Nasceu no prédio inicialmente construído para abrigar o Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Por isso, a história da Pinacoteca confunde-se em seus primórdios com a implantação do Liceu, e sua presença no edifício – conturbada por uma série de eventos históricos, como os conflitos de 1930 e 1932, além de reformas – alternou-se com transferências temporárias para outros locais, como o prédio da Imprensa Oficial e o pavilhão no Ibirapuera.



No momento de sua inauguração, que se deu em 24 de dezembro de 1905, o acervo da Pinacoteca consistia em 26 pinturas de importantes artistas que atuaram na cidade, como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Berthe Worms, Antonio Parreiras e Oscar Pereira da Silva, oriundos do Museu Paulista (então Museu do Estado). Nos seus primeiros anos, a Pinacoteca ocupou uma única sala no terceiro piso. Não era ainda um órgão autônomo em relação ao Liceu, o que só aconteceria em 1911. Durante suas primeiras décadas de existência, a Pinacoteca voltou-se à ampliação de seu acervo, com ênfase na arte brasileira do século XIX. Contudo, este perfil começa a mudar a partir 1967, com as gestões de Delmiro Gonçalves, Clóvis Graciano e Walter Wey, quando se iniciaram as reformas do prédio, ampliaram-se as atividades do museu e mudaram os critérios de escolha de obras, que passou a ser feito pelo Conselho de Orientação da Pinacoteca, criado em 1970. A partir de então, a significativa coleção de arte brasileira do século XIX passava a ser complementada, pouco a pouco, por obras representativas de períodos posteriores.

Uma série de profícuas gestões, contribuiu, cada uma a seu tempo, para o enriquecimento do acervo da instituição e para sua adequação às condições museológicas de excelência, que hoje tornam a Pinacoteca um museu de referência internacional. De um espaço restrito a especialistas, transformou-se em espaço de inclusão, recebendo os mais diferentes segmentos da sociedade. De uma única e imutável exposição com obras do acervo, evoluiu para um programa de mostras temporárias sobre as mais variadas questões de arte e da cultura, associado a mostras de longa duração com trabalhos de seu acervo. De um corpo funcional composto por um conservador, como estipulava sua regulamentação de 1911, passou a contar com um quadro com mais de 50 técnicos e cerca de 100 funcionários, todos altamente qualificados. Redimensionou seu relacionamento com a escola formal, conquistando um papel de aliança e complementaridade. No lugar do trabalho amador, ainda que dedicado, colocou a museologia como referencial científico para propor e implementar suas políticas. De uma iniciativa isolada do Estado, constituiu-se em ação articuladora das esferas pública e privada.

Neste contexto, celebrar o primeiro centenário da Pinacoteca do Estado de São Paulo se configura como o momento ideal para uma necessária reflexão sobre sua atuação. Ao longo destes 100 anos, o balanço de realizações é significativo.: um acervo de mais de 8 mil obras, nas mais diversas técnicas e de diferentes autores, que oferece um dos mais abrangentes panoramas da arte brasileira dos séculos XIX e XX; alguns milhões de visitantes (mais de um milhão somente nos três últimos anos); dois prédios com mais de 20 mil m2 de instalações técnicas adequadas: o centenário edifício da Luz, onde foi criada, e, mais recentemente, o antigo prédio do DEOPS, atual Estação Pinacoteca; centenas de publicações que se constituem em referência básica da história de nossas artes visuais; centenas de mostras que revelaram e consagraram criadores e obras as mais distintas; conhecimento e experiência consolidados em todas as áreas do campo museológico, da conservação e restauro à educação para públicos especiais.

Para além desses indicadores concretos, há um universo impossível de ser dimensionado. Uma das responsabilidades fundamentais do museu de arte na atualidade é educar o olhar e sensibilizar o espírito, criando as condições indispensáveis para o exercício completo da cidadania. Mas a grande tarefa do museu contemporâneo, nesta era virtual, é ainda, reafirmar a individualidade, o espiritual, o homem como agente criador, único e insubstituível. É para enfrentar este desafio que a Pinacoteca do Estado se repensa e se amplia incessantemente, preservando o passado e acolhendo o futuro.




                                                                      Foto aérea


Fonte: http://www.pinacoteca.org.br/pinacoteca/default.aspx?mn=98&c=257&s=0

terça-feira, 1 de junho de 2010

IGREJA MISSIONÁRIA ORIENTAL DE SÃO PAULO

O que não falta em São Paulo são templos religiosos. Na região da Luz e do Bom Retiro essa característica também é marcada por haver a miscigenação de templos





Em 1925 alguns imigrantes japoneses convertidos vieram para o Brasil e aqui formaram várias Igrejas, tornando-se autônomas da Igreja do Japão em 1934, como nome de Igreja Evangélica Holiness do Brasil. Em 1950, chegaram ao Brasil os primeiros Missionários da Sociedade Missionárias Oriental, com o alvo de treinar obreiros brasileiros para a igreja e Pátria brasileira.

No século XX, chegaram os coreanos. Com eles, cresceu a característica de mosaico comercial do bairro do Bom Retiro. A venda de produtos em atacado para pequenos comerciantes, que vem de outras regiões do Brasil e da América Latina, gerando um grande movimento na economia do bairro.

Fonte: ACERVO JÚLIO ABE.